Daniel e Apocalipse - parte 1

Nascido em Jerusalém em 623 a.C. alguns acham que ele era descendente do rei Ezequias e que ele foi tornado em eunuco.

Entre 12 a 16 anos já se encontrava na babilônia como cativo Judeu, entre outros nobres Ananias – Misael e Azarias em resultado da primeira deportação da nação de Judá.

Ele e seus companheiros foram forçados a entrar no serviço da corte real Babilônico.

Daniel recebeu o nome Caldeu de Beltessazar que significa “príncipe de Baal”, seus amigos judeus também tiveram seus nomes trocados:

Hananias (I’ahweh tem sido gracioso) virou Sadraque “servo de Aku” o deus da lua
Misael (semelhante a Deus) virou Mesaque “quem é igual a Aku”
Azarias (quem I’ahweh ajuda) virou Abede-nego ”servo de Nebo”.

Pelos costumes orientais, uma pessoa podia adquirir um novo nome se as suas condições fossem significativamente alteradas, este novo nome expressava sua nova condição.

Durante três anos receberam todo treinamento e educação necessária para se tornarem cortesãos do palácio de Nabucodonosor.

Tudo em Daniel impressionava o rei, pelo que ele subiu no conceito real, tendo sido confiados dois cargos importantes:

Governador da província da babilônia e inspetor chefe da casta sacerdotal.

Quando começamos a ler o livro de Daniel, vemos algumas atitudes tomadas desde cedo por ele e seus amigos, que levaram a este resultado.

Primeiro:
Comprometeu-se em viver na Babilônia de forma diferente, ou seja, ele estudou, aprendeu, trabalhou, prosperou muito, mais nunca deixou que os costumes já estabelecidos por aquela nação, manchassem sua fé, sua esperança, sempre trabalhou nos bastidores para o bem dos Judeus.

Segundo:
Continuou orando, isto o levou direto para cova dos leões! Anos antes seus amigos Sadraque, Mesaque e Abede-Nego tiveram que enfrentar a fornalha, mais eles insistiram, pois confiavam em Deus na vida ou na morte!

Terceiro:
Escolheram não serem fingidos, escolheram a parte difícil, rejeitaram a racionalização a ocultação, ao invés de fechar a janela, abriram, ao invés de sentarem na cadeira para orar, ajoelharam-se, não se esconderam, nem encolheram.

Quem hoje tem coragem para rejeitar a racionalização? Quantas vezes nos ocultamos e somos dissimulados, precisamos ter coragem para enfrentar os leões famintos, que nos atormentam dia e noite...

Continua 01/06/2008


Biografia:
Bíblia Thompson Ed. 2005
EETAD – Daniel e Apocalipse
Esboço aula realizada em 23/05/2008

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