A língua

Tiago 3.1-8

Os pecados da língua, não são apenas as palavras ásperas e zangadas, mas também as doutrinas falsas e estultas.

Tendo por base o tom geral desse capítulo, suspeitamos que deva ter havido muitas pessoas presunçosas, briguentas e mundanas de temperamento descontrolado que queriam aparecer como líderes e mestres.

O poder da língua

A língua é a expressão principal de nossa personalidade e geralmente provoca uma reação, de um tipo ou de outro, nas outras pessoas.

Palavras maldosas têm arruinado muitos lares, dividido muitas igrejas e provocado desespero e ruína na vida de milhões de pessoas.

Todavia conhecemos muitos cristãos que, segundo parece, não fazem o mínimo esforço para dominar sua língua.

Tiago compara a língua com o leme do navio ou freio na boca do cavalo.

Nos dois casos, trata-se de partes relativamente pequenas que tem influencia relevante na direção que se quer tomar.

Nossas palavras determinam à direção de nossa vida e orientam nosso destino.

É a falta de domínio dela que provoca tantos transtornos.

Por ela sai falsos juramentos “juro que determinada coisa é verídica”

Se pusermos o nome de Deus em nossos juramentos levianos, é pecado grave que desagrada muito a Deus.

É profanação do nome divino.

Até mesmo expressões como:

“O Senhor me disse...”.

“O Senhor revelou que...”.

“Deus manda lhe dizer...”.

“Revela-me Deus que...”.

Se for proferida casual e impensadamente, apenas para reforçar alguma coisa que falamos, poderá ser encaixada nesta advertência de Tiago.

Entretanto, muitíssimos cristãos professos, nas conversas do dia-a-dia, profanam o nome de Deus ao usá-lo levianamente, como fórmula, sem o mínimo senso de reverencia e temor diante da majestade de Deus!

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Bibliografia:
Bíblia Thompson ed. 2005
Manual bíblico de Halley edição 2000
Parte de trabalho apresentado ao ICP em Fev/2008.

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