Malaquias

A impressão que dá que todo conteúdo deste livro se resume em dinheiro, porem ele tem muito mais a nos oferecer.

Ele nos dá informações preciosas sobre o período entre o retorno dos exilados à Terra Santa e o trabalho ali desenvolvido por Esdras e Neemias

Um período de reconstrução, interessante que a melhor fonte de informação deste período não é secular e sim a Bíblia, em especial os livros de Esdras, Neemias, Ageu, Zacarias e Malaquias, segundo historiadores e arqueólogos.

Após Ageu e Zacarias, Malaquias (para não fugir a regra para variar) levantou a sua voz, em protesto contra os sacerdotes e o povo em geral.

Os sacerdotes já não estavam nem ai para a qualidade dos animais oferecidos em sacrifício, e pior ainda, oferecia pão poluído diante do Senhor.

Aquele entusiasmo inicial que marcou a inauguração do segundo Templo, já tinha se acabado, o zelo também.

A negligencia era geral, até nos dízimos e ofertas que eram extremamente importantes para manutenção do Templo, quanto ao seu sacerdócio naquele período.

O seu propósito consistia em restaurar a comunhão dos judaítas com o Senhor, colocar em ordem suas prioridades.

Juntamente com Ezequiel, Malaquias dá considerável importância ao correto proceder no campo da adoração, como meio seguro e único para preservar uma nação santa.

Diz que o primeiro passo é o arrependimento, que a iniqüidade e a mentira jamais ficara sem punição, que o dia do Senhor será insuportável (porque será?) porem prevê vitória para os que O temem.

Anunciou o precursor que anunciaria a vinda do Senhor, vocês sabem quem é né?

Depois de Malaquias, tivemos o ministério de João Batista, que, segundo esclareceu o Senhor Jesus, era “mais do que um profeta”.

Saindo do velho testamento e entrando no novo testamento pergunto:

Houve profeta maior do que o próprio Senhor Jesus?

E é no espírito dessa convicção que devemos entrar no Novo Testamento até hoje, em Apocalipse 19.10 lemos: “... o testemunho de Jesus é o espírito da profecia”.

Note o contraste entre o velho e o novo

O velho termina com uma ameaça
“... para que eu não venha e fira a terra com maldição” Mal.4.6..

O novo termina com uma benção muito ampla:
“A graça do Senhor Jesus Cristo seja com todos” Ap.22.21

Sim a lei era o ministério da condenação, mas em Cristo há salvação eterna para todos os que crêem.

Biografia:
EETAD – Profetas Menores

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