A Moda Antiga

Somos da velha guarda, da moda antiga, dos velhos tempos. E que tempos!

Com saudades, lembramos da igreja da nossa infância e adolescência, dos pregadores que passavam pelo púlpito.

Naquele tempo, pastores pregavam o Verbo; hoje, entretanto, pregam a verba.

Naquele tempo, o povo saia do santuário com a alma alegre, cheia de paz e de esperança; hoje os corações saem como entraram – vazios.

Nada lhes foi acrescentado, pois nos cultos raramente acontece alguma coisa, sobra ruídos e carências de verdadeira comunhão.

Nossos irmãos saberão nos perdoar, são comentários de quem conheceu um Cristo diferente do que vemos hoje.


Pastores amavam e eram amados, pois conheciam suas ovelhas pelo nome, e estas lhe conheciam.

Vestiam-se como pastores, viviam como pastores mereciam consideração e apreço, tinham uma imagem respeitável, às vezes austero, sério, cuja simples presença gerava respeito, admiração e carinho.

Hoje muitos não querem ser tratados mais como pastores, intitulam-se bispos, apóstolos, tornam-se presidentes vitalícios, donos incontestáveis de verdadeiros impérios, de que não prestam contas a ninguém – nem ao fisco, nem as autoridades, muito menos ao povo que contribui, sob ameaças de maldições incontáveis por parte do “devorador”.


Na Europa, o berço da reforma, durante muito tempo, as igrejas se preocuparam em construir bonitos e majestosos templos e descuidaram de seus fiéis, perdendo a essência do Cristianismo.

Agora estão pagando um alto preço!

Em países como Alemanha, Suíça, França, Espanha, e Inglaterra, entre outros, a fé Cristã, em geral, e a protestante esta ferida de morte.

Igrejas vazias, cultos frios e formais, templos a venda e debandada de fíéis.


E por quê?

Esta na hora de olharmos um pouco para traz, voltarmos ao primeiro amor, reconhecermos e aplicarmos o evangelho na frente de planos ministeriais, hoje em nosso país os evangélicos crescem em números, templos, placas etc... E o Evangelho a cada dia desaparece, este é o perigo.



Marcelo & Eunice

Já faz algum tempo que lemos uma ótima reflexão com este titulo na revista Eclésia, não lembramos o número ou o autor para colocarmos a referência, mais queremos deixar registrado que parte do que escrevemos acima, foi o que ficou marcado em nossos pensamentos sobre esta matéria.

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