Convite a Revolução



À medida que este movimento transformacional cresce, instigado pela renovação espiritual dos crentes, a experiência de fé dos cristãos e sua expressão serão substancialmente alteradas.

Por exemplo, os crentes não terão uma instituição como a da igreja local para usar como muleta ou desculpa para uma fé tímida.

Cada revolucionário consente em ser pessoalmente responsável pela sua condição espiritual - quer ela seja de crescimento ou estagnação.

Queixas sobre o pastor, equipe da igreja, programas, ou outros obstáculos desaparecem das conversas: cabe agora ao crente aceitar ou calar-se.

O fracasso em desenvolver uma vida espiritual robusta passa a ser responsabilidade da pessoa pretendida por Deus: você.

Esta mudança de responsabilidade afetará todas as dimensões da espiritualidade.

Além do crescimento espiritual, os crentes terão a obrigação de realizar atos de serviço comunitário, promover o evangelho, ajudar a família a amadurecer a fé, adorar a Deus regularmente, desenvolver intimidade com Deus, compreender e aplicar o conteúdo das Escrituras, representar o Reino em todas as camadas da vida, investir cada recurso que administrarem pra obter resultados piedosos, e permanecer ligados a uma comunidade de pessoas que amam a Deus.

Em vez de ficar à espera de que outros façam o trabalho; cada revolucionário deve lidar com a obrigação de ser a Igreja com dedicação e excelência.

Essa transformação significa também que os crentes terão uma base muito maior de opções.

O terreno das possibilidades não ficará mais restrito ao que uma congregação propõe, ou ao que suas agências denominacionais sugerem.

Uma infra-estrutura global das atividades e alternativas revolucionárias irá emergir, tornando várias escolhas acessíveis.

Em vista de a Revolução vir naturalmente a encorajar as pessoas com talento para áreas específicas a produzirem um ministério que utilize tais dons, a extensão e qualidade de opções expandirão a influência da Igreja e de cada crente.

Esperar que as crianças sejam levadas mais a sério como seres espirituais.

Os revolucionários têm o dever de orientar a família a ser a Igreja de Deus.

Em vez de entregar os filhos aos outros na esperança de que alguém faça algo que produza algum fruto, os revolucionários aceitarão o desafio de Deus para educar cada filho a tornar-se um campeão espiritual.

A amplitude da Revolução colocará ampla assistência à disposição, a fim de satisfazer essa obrigação sem permitir que os pais abdiquem do seu dever.

No final, a Revolução transforma os crentes a fim de que eles possam transformar o mundo.

A sua percepção da fé se torna mais real e pessoal.

O seu relacionamento com Deus passa a ser mais natural e íntimo.

A Bíblia vem a ser verdadeiramente para eles um livro de sabedoria para a vida, indispensável para viver com retidão e santidade.

A própria existência do crente se transforma em um meio de adoração e evangelização(grifo meu).

A fabricação de tendas - a prática de trabalhar em um serviço não-religioso como um meio de pagar as contas, facilitando o desejo do indivíduo de vir a ser um representante genuíno de Cristo no mundo - passa de uma estranha idéia do primeiro século para um estilo de vida definido e pessoal.

Fonte: George Barna em Revolução. Págs. 113, 114 e 115.
A importância da Revolução.

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