Mala falha



Hoje de manhã, dando tapas na Constituição e nos Estatutos da Convenção da AD do Brasil, Silas Malafaia invoca o direito de criticar a própria Convenção, o jornal Mensageiro da Paz, e os rumos administrativos da sua denominação.

Tudo isso repetindo histrionicamente com agudos cintilantes e falcetes enfáticos.

Sua cara de braveza realça as veias que lhe soltam na testa acompanhando a calvice avançada.

O arregaçar de ombros quando de pé, após abotoar o paletó do terno, dá-lhe um sinal de majestade.

E em seguida coloca o dedo na lente da câmera balançando-o diante do telespectador.

Malafaia chama na chincha a politicagem.

Enfatiza a falta de cobertura (jornalística) para si, e trata com desdém as matérias que o Semanário escolheu publicar.

Utiliza recursos da televisão para esconder os detalhes – mas avisa que qualquer leitor saberá de quem e a quem ele se dirige.

E depois de morder, assopra.

Elogia a cobertura jornalística do mesmo Mensageiro da Paz, para o evento dos Graham (pai e filho) em Novembro.

Sem antes justificar sua postura: “eu critíco mas também sei elogiar”.

Isso porque ambos são batistas e que “tem muito xiita na denominação que não reconhece outros irmãos”.

Um sinal de equilíbrio e justeza. Hmmmmm ...


Faz um desafio: diz que será o maior comprador de produtos da CPAD se derem a ele o status de Distribuidor, pois tem limitação de desconto por ser considerado Lojista.

Está de olho comercial para ajudar a espalhar a literatura por esse Brasil.

Justifica que se tornou a número dois das Editoras evangélicas em menos de dez anos.

E que fala para valer: “serei, a exemplo de como hoje sou o comprador número 1 da Mundo Cristão, basta me darem a distribuição (a CPAD), que também serei dela o número 1!” E – tal qual duelista-rápido-no-gatilho de filmes B de Western, esbraveja: “marquem hora e local que eu assino”. Hmmmmmmmm ...


Ao falar da Convenção que acontecerá no ano que vem, e antecipando a intensa disputa pela presidência da Instituição, se declara como um atento e ativo participante.

Não diz que é candidato, nem de como participará das disputas.

Mas assegura que o jogo democrático será para valer, no jogo pleno e democrático – onde cada voto vale.

E que crê no processo de qualquer eleição, e respeita o resultado das urnas. Mas alerta que não admitirá qualquer tentativa “a exemplo do que acontece no Futebol, de perder no tapetão”. Tem o top da assessoria jurídica ao seu lado. Hmmmmmmmmmmmmmm ...


E se alguém tentar com mentiras ou com manobras impugnar sua participação ou mesmo diminuir seu poder (ou liberdade), diz Malafaia que ele não vai aceitar ou deixar o outro impune!

Relatou por final que no ano passado, “correu um zum zum zum de que eu estaria sendo processado por uma aeromoça por assédio sexual”.

Diz ele, que descobriu quem era a fonte da fofoca, e que foi até o sujeito confrontá-lo. Que o cara respondeu que era aquilo mesmo e que não iria desmentir. E que ele deixou por isso mesmo. Hmmmmmmmmmmmmmmmmmm ...



Opinião do Blog:

Como assembleiano a mais de vinte e cinco anos, sempre gostei deste irmão, porém já faz algum tempo que confesso não sentir mais nada por ele, nem comunhão nem coisa alguma e, por favor, não me perguntem por quê!

fonte da matéria:
http://volneyf.blogspot.com/

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