Terra Santa no Masp






Anote ai:
MASP – Museu de Arte de São Paulo
Avenida Paulista, 1578 das 11h as 18h - Ingressos a r$ 15,00 meia paga r$ 8,00
Terças é na faixa! Não abre as segundas.
Grátis para menores de 10 e maiores de 60 anos



ACHADOS QUE CONTAM MAIS DE MIL ANOS DE HISTÓRIA,

Cerca de 150 achados arqueológicos do período compreendido entre 1000 a.C. até o século I da nossa era estão reunidos na exposição Tesouros da Terra Santa - Do Rei David ao Cristianismo,

A mostra reúne objetos trazidos de Jerusalém para contar algumas passagens históricas ligadas ao judaísmo e ao cristianismo, como a construção do Primeiro e Segundo templos e os dias de Jesus Cristo.

Lá pudemos ver o ossuário de Caifás e a inscrição de Pôncio Pilatos, dados como dois dos cinco artefatos genuínos da arqueologia que comprovam dados históricos do período de Jesus na Palestina, a exemplo da existência do Sumo Sacerdote judeu que presidiu o julgamento de Cristo e do governador romano que o levou à cruz.

Entre as peças que compõem o conjunto também está a "pedra da vitória", entalhada por um rei de Aram, contendo uma inscrição que menciona a "Casa de David", referência direta à dinastia fundada pelo Rei David.

Também vimos à pedra funerária que marca o local do sepultamento de Uzias, um dos reis de Judah, cujo túmulo foi trocado de local quando da expansão de Jerusalém séculos após seu reinado.

São peças que revelam a arquitetura real, a devoção religiosa e a administração durante o período do Primeiro Templo.

O período Bizantino, entre os séculos IV e VII d.C ganha destaque na parte final da mostra e complementa o milênio retratado, 600 anos depois. Nessa época, seguidores do judaísmo e do cristianismo viviam lado a lado e ambos dedicavam grandes recursos à construção de monumentais casas de oração, antigas sinagogas e igrejas.

A reconstituição desses espaços, com pia batismal, altar e outros objetos, dá testemunho, principalmente, das semelhanças entre as duas religiões nesse período.


Alguns detalhes emocionam: o sinete de Jeremias, um calcanhar da época com um prego travado achado em ossuário com a inscrição “crucificado” (prova que na época esse procedimento era muito utilizado), etc... como a Bíblia é maravilhosa, o tempo passa e as provas estão ai, e o mais legal em uma exposição feita nada a mais nada a menos pelo Museu de Israel – Jerusalém, uma experiência imperdível.

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