Páscoa



I Coríntios 5:7
“Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado.

I Coríntios 5:8
“Por isso, celebremos a festa, não com fermento velho, nem com o fermento da maldade e da perversidade, mas com paes sem fermento, os paes da sinceridade e da verdade”

Em êxodo lemos que a ultima praga que Deus lançou sobre os Egípcios, fora a morte de seus primogênitos

Foi orientado ao povo de Israel que colocassem a marca do sangue do cordeiro em suas casas (Ex. 12:22) para que o anjo da morte ou destruidor passasse sobre eles sem lhes fazer mal.

E assim todos os filhos de Israel foram preservados, mas todos primogênitos do Egito morreram.

Depois disto, segue o relato que Israel fora finalmente liberado dos séculos de escravidão e assim a Páscoa para o povo Judeu é a comemoração da saída do Egito

Até hoje, recordam com orgulho e alegria esta ocasião

Para nós que andávamos por ai buscando a paz, a liberdade e respostas, encontramos a Cristo e aceitamos que sua morte nos trouxe vida e que seu sangue derramado nos tinge com uma marca inconfundível

Éramos escravos do pecado, da mentira, porém Deus quis nos perdoar e mudar nossa história.

Portanto, comemoremos nossa libertação, comemoremos com jubilo, com cânticos, com orações e ações de graças

Comemoremos com alegria, sorrisos, abraços, lágrimas, pulos, palmas, através de Cristo o castigo e a condenação fora desviada para sempre

O fermento da mentira, ganância, do eu, da idolatria (inclusive a pessoas e lideres) não pode mais fazer parte de nossas vidas

Se o fermento velho ainda estiver inchando e tomando espaço em seu coração, não haverá motivo de verdade para comemorar.

Substitua-os urgente pela sinceridade!

Somos de Cristo, nova massa, comemorando a Páscoa (a libertação que recebemos) não só com liturgias e discursos, mais com atitude e respeito as Suas orientações.

Não esqueça:

No Antigo Testamento:
A páscoa marcou a saída da escravidão!

No Novo Testamento:
Jesus é nossa páscoa, pois nos libertou da velha vida e da escravidão do pecado.

Então:
Vamos celebrar a Cristo, todos os dias, vamos lembrar-nos de Seu grande Feito!

Que venham os bombons rsrsrs

Abraços

Marcelo e Eunice

e o galo cantou....



Amigos caminhantes,

Que o Amor de Deus, a Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo e a comunhão de Seu Santo Espírito estejam com todos vocês

Eu particularmente entendo na Bíblia que Deus permite que certas situações aconteçam em nossas vidas para nos capacitar, ensinando ricas lições

Fazemos planos, construímos metas e de repente tudo muda sem termos chances de controlar a situação.

Estes dias empaquei na situação de Pedro, ao negar Jesus

E me coloquei no lugar dele, pensando quantas vezes já neguei o Mestre, por ser egoísta e mentiroso em tantas e tantas situações.

E penso que assim como ele, também confiei nos meus sentimentos e conhecimentos para vencer as batalhas da vida

E assim como ele (Pedro) descobri que sou incapaz de assimilar as pancadas que a vida reserva para nós (que são inevitáveis)

Então li e reli a história do galo, das promessas de fidelidade que aquele homem fez, das palavras que no momento de medo e alto estresse ele proferiu, do choro arrependido e do perdão que obteve

Foi restaurado e tornou-se novamente útil ao Senhor.

Amigo, talvez você esta passando por algo parecido, minha saída foi confiar somente naquele que deu a vida para que eu ganhasse o céu

Deu-me aquilo que eu sinceramente não merecia e por outro lado não me deu o castigo que eu realmente merecia.

O que ele tem para você vai além da razão de seu entendimento, vai além de seus planos e projetos, vai além de suas forças

Cristo estava preso, Judas o vendera, Pedro o traíra, tudo parecia perdido, quando o galo cantou , Pedro finalmente entendeu que Cristo não estava preocupado com o fato que iria sofrer e morrer, mais estava preocupado em fazer a vontade de Deus, preocupado em salvar todos os homens da escravidão e da morte

Cristo é a resposta que você procura

Nele eu achei refrigério, na Bíblia as suas orientações e a bula de como segui-lo


Abraços

Marcelo e Eunice

Show de Ofertas



Pessoal...

Mais uma bela reflexão de nosso querido irmão Betinho
Abraços e ótimo final de semana

Marcelo e Eunice


Quem não conhece o evangelho de Jesus deve mesmo ficar perdido ao ligar o rádio ou a televisão e se deparar com tantas denominações evangélicas e suas mais variadas propostas e atrações.

É uma verdadeira CORRIDA MALUCA, mais parecendo uma disputa entre financeiras e suas linhas de crédito.

Uma delas diz que “o Deus que ela serve é campeão, não perde uma guerra e é de fogo!”, outra diz que “o seu Deus é maior e melhor, que dá tudo o que eu quero, basta fazer um voto e rapidinho está na mão”, outras vão mais longe e dizem que “com algumas ofertas e alguns sacrifícios, tudo o que está no céu se materializa aqui na terra e podemos desfrutar hoje mesmo de toda herança”.

Será que foi para isso que Cristo morreu na cruz?

Será que Jesus foi pobre para que eu seja milionário?

Fico admirado com a coragem desses “profissionais da fé” que, em meio a tantos escândalos de seus líderes, continuam enfrentando seus concorrentes, vendendo sua “mercadoria” e faturando muito.

Esses homens, usando sempre de muita astúcia, falam com voz firme e forte, como se estivessem cobrando uma dívida, deixando muita gente constrangida, porém, outros, que gostam e concordam, aplaudem o espetacular “SHOW DE OFERTAS”.

Creio que, se eu não conhecesse a verdade do evangelho de Jesus Cristo, já teria sido devorado vivo, ou, no mínimo, seria escravo desses lobos em pele de cordeiro, para os quais as trevas eternas já estão reservadas (II Pe. 2.17).

É muita falta de amor e de respeito com um povo que carece de esperança.

Esses homens podem conhecer muito bem sobre o ouro e a prata, mas desconhecem o evangelho de Jesus e a promessa de uma herança reservada no CÉU.

“[...] e, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas [...]” II Pedro 2.3

“Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção [...]”. II Pedro 2.19

("Corrida maluca" é um texto da apostila Um Mestre de Sandálias, do irmão Milton Carlos Mendes, página 35)

A semente entre os espinhos:



Acredito que muitos ainda não entenderam o que Jesus procurou mostrar na parábola do semeador, quando falou a respeito da terceira semente, a que caiu entre os espinhos.

Jesus não disse que o problema daquela semente era a falta de bens terrenos, de uma posição social elevada ou a falta da tal “prosperidade” que a igreja atual tanto promete para aqueles que são “fiéis nos dízimos e nas ofertas”.

Para surpresa das pessoas que são engodadas (estimuladas) a buscar todas essas coisas: não era nada disso que estava faltando para aquela semente, pelo contrário, o seu problema era exatamente possuir TUDO isso.

O maior problema do homem é ter DEMAIS ou querer ter TUDO, pois acaba depositando toda a sua esperança na incerteza das riquezas.

“O que foi semeado entre espinhos é o que ouve a Palavra, mas os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a Palavra, e fica infrutífera”. Mateus 13.22

O invisível:

O visível (material) é provisório. O invisível (espiritual) é permanente.
“Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem, porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas”. II Coríntios 4.18

O suficiente:

Como um cristão eu tenho que obedecer a Cristo e imitar Paulo, mostrando sempre grande interesse pelas coisas espirituais e um total desapego pelas coisas materiais, estando satisfeito com o necessário - que é o suficiente.

“[...] porque já aprendi a contentar-me com o que tenho”. Filipenses 4.11
“Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra”. Colossenses 3.2
“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo”. I Coríntios. 11.1


Bom preço:
Todo homem tem seu preço.
Menos os que crêem nos CÉUS.
Esses não se vendem, pois já foram comprados.

“Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens”. I Coríntios 7.23

Obs: Os textos "A semente entre os espinhos", " O invisível", "O suficiente" e "Bom preço" foram extraídos da apostila Um Mestre de Sandálias, página 17 e 20.


Opinião do Blog:

O texto acima foi inserido como comentário na postagem o diabo veste Armani, pelo nosso amigo de caminhada irmão Betinho



Irmão Betinho

É um privilegio te-lo como companheiro de caminhada

Com certeza todo blogueiro gostaria de ter um leitor tão participativo como você

Deus abençoe e continue te usando para trazer reflexões que falam tanto aos nossos corações

Abraços

Marcelo e Eunice

Teologia da prosperidade: Porque a odeio tanto?

Por: Leonardo Gonçalves - do ótimo Blog: Púlpito Cristão



Desde que comecei a minha militância cristã, tenho tido muitos choques com alguns adeptos da teologia da prosperidade. Com a promessa de riquezas, carros mansões e de uma saúde de ferro, os pastores adeptos desse movimento iludem os “fiéis” manipulando-os ao seu bel prazer.

É muito interessante notar que nos círculos da heresia da prosperidade, a benção do crente sempre está relacionada a algum tipo de sacrifício financeiro: o famoso “toma lá, dá cá”. Deus, nesse sistema teológico mercantil, é uma espécie de banco de crédito: Você dá o dinheiro pra ele, para depois receber o investimento de volta com juros e correção.

Muitos adeptos dessa teologia são telepastores e tele-evangelistas que vivem pedindo dinheiro para manter um programa no ar. O programa deles está sempre fechando as portas por falta de patrocínio, mas a verdade é que esses programas levam anos no ar e nunca fecham. Seria um milagre? Sim, talvez o milagre da multiplicação de marionetes, de novos parceiros-fiéis, socios-contribuintes do Show (da exploração) da Fé.

Acho que o que esses telepastores precisam, além de um bom óleo de peroba para passar na cara, é de uma aula de cristianismo bíblico. Se esses homens lessem a Bíblia, saberiam que Jesus nasceu num estábulo emprestado, proferiu suas pregações num barco emprestado, montou num jumento emprestado, recolheu o que sobrou dos pães e peixes num cesto emprestado e foi sepultado em um túmulo emprestado. Só a cruz era dele.

Pedro e João, quando subiam ao templo para orar foram interpelados por um mendigo coxo que pedia esmolas. Pedro disse àquele coxo: “não tenho ouro nem prata”. Creio que naquele dia o mendigo era mais próspero financeiramente do que Pedro, pois é possível que ele estivesse esmolando ali há algum tempo (o que lhe teria rendido algumas moedas). Contudo, Pedro e João tinham algo que aquele mendigo coxo não possuia: “Mas o que tenho, isso te dou...”

Cada vez que leio a narrativa de Atos dos Apóstolos, fico ainda mais revoltado com o que os modernos pastores estão fazendo com o cristianismo. Nos tempos do cristianismo primitivo, ser pastor significava tornar-se alvo. Eles eram os primeiros a morrer em tempos de crise e perseguição. Hoje é diferente: ser pastor significa ter status. E os crentes? Estes eram humilhados, aprisionados e açoitados, lançados às feras; outros eram queimados vivos na ponta de uma estaca para iluminar os jardins do imperador. Vejo isso e me pergunto onde está a prosperidade desses homens? Onde está a promessa de riqueza na vida deles? Será que eles não eram crentes? Sim, o eram. E em maior proporção que muitos de nós, que em meio à comodidade e ao luxo nos esquecemos de incluir Deus na nossa agenda diária.

E não é só na igreja primitiva que encontramos esses exemplos não: e o que dizer dos crentes de aldeias paupérrimas da África, que padecem das coisas mais necessárias e comuns? Crentes que fazem uma só refeição por dia e ainda agradecem a Deus pelo pouco que têm. Será que eles são amaldiçoados? Será que a promessa de prosperidade não se estende a eles? Quanta hipocrisia!

Quando ouço falar de pastores presidentes que ganham 100 salários mínimos e de telepastores cuja renda mensal ultrapassa a cifra dos milhoes de reais, ou ainda de salafrários que constroem mansões de mármore importado em Campos do Jordão, meu coração entristece ao ver o quanto nos distanciamos daquele cristianismo bíblico, saudável, puro e simples, que não promete riquezas na terra, mas garante um tesouro no céu.

Definitivamente, não posso compactuar com essa corja de ladrões, vendilhões do templo e comerciantes da fé. Não posso concordar com essa doutrina diabólica e anticristã que transforma o evangelho em uma empresa religiosa, em uma sociedade onde o distintivo do crente não é o amor, mas a folha de pagamento do “fiel”. Não consigo deixar de odiar esse sistema porco, imundo, onde o nome de Jesus é usado para ludibriar os ingênuos. Também não posso deixar de desmascarar esses falsos mestres, discípulos de Balaão, que por causa da paixão pelo vil metal vão além dos limites bíblicos e profetizam o que Deus não mandou. Minha alma é protestante, e por isso não posso calar. Sei também que há exceções, e que há muitos pastores que são sérios e não mercadejam a fé, mas acaso não são as exceções a confirmação de uma regra?

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