Fé versus Arrogância



Por: Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob
Pastor da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa – RJ
Via: Adiberj

“Vede o arrogante! A sua alma não é correta; mas o justo viverá por sua fé”. (Hc 2.4)

A fé tem uma inimiga de peso: a arrogância.

Esta trabalha com intensidade pela desmoralização daquela.

O melhor conceito de fé é: “Crer na Palavra de Deus”.

Esta é a história do patriarca Abraão. Ele confiou na suficiência da Palavra de Deus (Gn 12.1-9). A arrogância dos construtores de Babel (Gn 11) contrasta com a vida simples, de fé, do velho Abraão.

Sabemos que a fé confia no Deus da Palavra e de palavra. Na arrogância, o homem confia em si mesmo. Este é o fundamento do antropocentrismo. Na sua arrogância o homem confia plenamente nas suas potencialidades. A fé é simples. A arrogância é sofisticada e voltada para os que confiam em seus bens materiais, bem como em sua cultura. Vivemos num mundo de orgulho, de prepotência. Andar no solo da prepotência ou do orgulho é se autopromover. Viver arrogantemente é ter um estilo de vida voltado para a aparência. Torna-se um estilista da religião.

Há um fosso entre a fé e a arrogância. Elas são incomunicáveis.

Na leitura que fazemos dos evangelhos vemos a grande diferença entre Jesus e os religiosos judeus. É a simplicidade, pureza e sensibilidade versus complexidade, impureza e insensibilidade ou dureza de coração. Os religiosos judeus eram incoerentes em seu proceder. A religião judaica era um sistema que privilegiava os membros do clero e seus apadrinhados.

Por outro lado, quando efetivamente realizamos uma releitura dos evangelhos podemos perceber a relevância da liberdade para fazer toda a vontade de Deus em Cristo Jesus (João 8.36; Gl 5.1). Somos chamados à vida do evangelho. À vida de justiça pela fé. Vida abundante e cativante; de serviço e entrega; de visão e administração competente.

A fé traz saúde para a vida pessoal e para o Corpo Vivo de Cristo – a Sua Igreja. Produz alegria, contentamento. A fé cresce no solo da vontade soberana de Deus em Cristo Jesus. A luta da fé contra a arrogância é intensa. É uma luta interna e externa. Os principados e as potestades deste mundo tentam travar e até destruir a fé daqueles que foram alcançados pela graça do Pai (Ef 6.10-18). Que foram justificados pela fé na obra de Cristo na cruz.NELE somos mais que vencedores (Rm 8.37). O que vence o mundo do orgulho é uma vida de fé (dom de Deus, Ef 2.8-10) nAquele que é manso e humilde de coração, simples em toda a Sua expressão. “Pois todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 João 5.4). A nossa resposta a um mundo que cultua a arrogância é uma vida marcada pela centralidade de Cristo Jesus. Ele é o centro da nossa vida. A razão do nosso viver.

A fé e a arrogância não combinam. Um homem de fé, cuja natureza é a de Cristo, jamais pode ser conduzido ou ter um estilo de vida marcado pela arrogância.

Por outro lado, um homem que vive no orgulho não vive pela fé. O arrogante quer ver para crer. O homem de fé crê para ver. “Jesus lhe respondeu: Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?” (João 11.40).

Precisamos examinar diariamente o nosso coração à luz da Palavra de Deus. Estevão era um diácono cheio de fé e sabedoria, mas aqueles que o apedrejaram eram cheios de incredulidade, maldade e insensatez. Não podemos prescindir de uma vida de fé caracterizada pela dependência do Pai e pela humildade. Jesus morreu na cruz para destronar o homem da sua arrogância (Mt 11.18-30).

Viver pela fé é viver debaixo da vontade de Deus. Viver de forma arrogante é viver uma vida independente, autônoma.

A vida de fé é uma vida teônoma, isto é, governada pela lei do Senhor. Paulo testemunha: “Não mais eu, mas Cristo” (Gl 2.20). Há uma substituição da arrogância pela fé; de uma vida de murmuração pela vida de gratidão e contentamento; de uma vida profana por uma vida santa; de uma vida insegura por uma vida segura; de uma vida egocêntrica por uma vida cristocêntrica.

Que o nosso testemunho seja uma vida de fé para a Glória de Deus Pai.


De volta para minha terra




Bom pessoal, este ano esta sendo de muitas emoções.

Estamos voltando para Sampa em breve, embora esta mudança esteja sendo motivada mais uma vez pela empresa no qual trabalho, não vou mais escrever “por motivos profissionais” e sim “pela vontade do Pai”.

Ficamos em Manaus cinco meses, quem lê nossas postagens viu que visitamos muitas igrejas, interessante que nos identificamos com algumas, porém não tivemos o desejo de nos associar a nenhuma delas.   

O povo manauense é gente fina demais, tem lá os seus problemas como todos nós temos, mais são pessoas muito amigas.

Acredito que não tenha nenhuma cidade do Brasil mais evangelizada do que Manaus, uma igreja a cada esquina, tem todo tipo de “evangelho” a disposição, infelizmente, a maioria muito longe de converterem pessoas a Cristo.

Uma surpresa bacana foi a Presbiteriana e a Nova Batista, se você é de Manaus ou se vai passar algum dia na cidade não deixe de clicar no link abaixo e visita-los.

www.ipmanaus.org.br
www.nib.org.br

A Presbiteriana com uma pegada mais avivada sem deixar de lado a seriedade da Palavra e a Nova Batista com um louvor e Palavra muito bacana

Por enquanto é isto,

Abraços
Na Fé
Eunice e Marcelo
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